quinta-feira, 17 de março de 2011

sexta-feira, 11 de março de 2011

domingo, 24 de fevereiro de 2008

The Oscar goes to.

Cara, na boa, qual o problema com a Globo? Domingo, dia em que todas as emissoras de tv enchem tua mente com todo tipo de imundice sórdida da raça humana, é mendigo sendo entrevistado, atores dançando num concurso, gente caindo com onomatopéias engraçadinhas, nordestino voltando pra casa, crianças sendo mais inteligentes do que adultos em perguntas idiotas e, é claro, muito sexo implícito. Dai que 1 vez ao ano temos a oportunidade de sermos convidados para a maior e mais importante festa do cinema e a possibilidade de assistir isso em tv aberta, e o que que a Globo faz? Corta as primeiras 3 ou 4 premiações para transmitir o BBB. Paaara, né? É um episódio impar um Oscar, é um programa cultural, cul-tu-ral, coisa que nosso país precisa com urgência! Mas nãaao, lá vem ela com aquele maldito Big fucking Brother, aquela chatice batida, daquele povo confinado em busca do pote de ouro e de seus 15 malditos minutos de fama. Querida Globo, se você não é capaz de exibir o evento na integra, por favor venda-o de volta para o SBT, lá, com aquela grade mutante e sem sentido que troca num piscar de olhos, pelo menos ele era exibido completo.

Mas dae que o Oscar acaba num estilo já-te-vi-ano-passado e começa O Silêncio dos inocentes e eu me lembro que, como forma de desculpas, eu imagino, a toda poderosa troca os chatíssimos filmes policiais da madrugada de domingo e resolve nos presentear sempre com um clássico após a premiação, enquanto a SBT colocaria o grande quebra-galhos Chaves [ e nunca um Chapolin, do qual sinto saudades! ].

terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

Hy hy hy.

Pois é, o tempo passa, o tempo voa, o tempo urge e a preguiça é um bicho que come pelas beiradas. Vou ver se escrevo com mais freqüência, ate mesmo pra exorcizar a cabeça dos demônios aqui chamados de pensamentos e compartilhar essas doces criaturas com alguns possíveis companheiros ociosos que possam cair por aqui.

Falando um pouco de amizade, que é um bicho traiçoeiro. Daqueles que você cria, da todo amor, oferece casa, comida [ he he ], compartilha momentos, divide opiniões, ajuda, ouve todas as lamurias, da conselhos, empresta dinheiro, carrega quando está bêbado, enfia ate o dedo [ he he ] na garganta e quando você menos espera ele, esse mesmo que você cultivou com tanto amor, como um gatinho, crava as unhas bem nas suas costas, sim, eles adoras fazer as coisas às suas costas [ precisa de mais he he? Como minha mente está suja hoje... ]. Dói. Mas passa. Passa depois que você grita, quebra uma ou duas coisas, xinga até a mãe., promete que nunca mais vai ver, fica um tempo sem e começa a sentir os efeitos da abstinência causada por aquele ser que insiste em ficar ao teu lado, mesmo com gritos e arranhões. Como perdoar e voltar a confiar em tal traiçoeira criatura que te apunhala pelas costas bem na altura do coração, mas também, como viver sem aquele apoio sentimental que é um amigo no qual podemos recostar nossos pesares e devanear em alguns segundos benéficos de pura paz. Como?

Eis a atual prerrogativa do teu pobre narrador, meus caros drugues.

segunda-feira, 25 de junho de 2007

Quem sou eu:...

"Minha mãe queria que eu fosse médico. Mas não. Não sou um herói. Sou um artista! Eu salvo as suas almas, lhes trago cultura, seja ela a mais inútil que for. O artista cria fantasias que vocês gostariam de ter enquanto suas almas descansam do duro mundo dos heróis e vilões. Em plena discórdia eu vejo a beleza e aprendo a transmiti-la tentando embelezar esse cenário de guerra. Eu sou um artista. Eu sou um Publicitário!"



Algo que eu escrevi em alguma noite, pensando em colocar no meu perfil do Orkut. Gostei do texto, mas não o bastante para retirar o atual trecho de Hell, então decidi guarda-lo e, como estou muito decidido esses dias, decidi coloca-lo aqui no Blogger.
=]

See ya folks.

domingo, 24 de junho de 2007

Aniversário.

Em fim.
Outro ano de vida se passou, um reveillon interno acontecendo, a idade chegando e todos te parabenizando. E você?
A vida inteira eu nunca soube ao certo o que eu deveria fazer enquanto ficava lá atrás do bolo ouvindo varias vozes desafinadas e palmas descompassadas gritando uma velha canção de votos positivistas. Sempre dava umas risadinhas, uma leve coradinha nas bochechas e surgia a prerrogativa da noite: Será que devo bater palmas também?!

E essa indecisão durava ate o fim daquela outra musiquinha, onde os cantores decidem qual será teu futuro parceiro na saúde e na desgraça [ a qual nunca me deu sorte ].

Nessas épocas ainda se usavam enfeites decorativos nas paredes, docinhos altamente cobiçados e balões, ah os balões! Atire a primeira pedra quem nunca reciclou o garfinho do bolo e o transformou em um legitimo estourador de balões! \o/

Mas o tempo passa, agente envelhece e a vida muda.

Sobra-nos apenas uma metáfora sobre nosso passado se encaixando com nosso presente.

Hoje é meu aniversário e não sei o que fazer! Risadinhas e bochechas coradas não me levaram ao meu destino. Ao invés de me preocupar com palmas, eu me descabelo tentando decidir quais serão minhas atitudes. Hoje não me preocupo com quem eles vão colocar na tal musiquinha, muitas vezes desagradável, sobre meu futuro conjugal, é mais importante descobrir primeiro se serei correspondido e se a fidelidade é realmente eterna, tanto a dos meus amigos quando dos amores. Os enfeites se vêem obrigados a saírem das paredes e morfarem em adornos fashion que preencheram os espaços vazios e visíveis de nossas almas, em forma de roupas. Os doces se tornam pecados e são banidos pela Deusa vaidade que prefere o doce sabor do álcool.

E os balões?! Pois é, mesmo crescidos continuamos com o balão em uma mão e o garfo em outra, só que a maldição da idade, também conhecida como juízo ou responsabilidade, te faz pensar duas vezes antes de decidir estourá-lo. Você sabe, mesmo uma minúscula pedrinha caindo na pacifica superfície de uma água parada pode gerar ondas inúmeras vezes maiores e mais profundas. Assim também é com os balões, ou com suas atitudes, cabe a você estourá-los ou não, mas sempre lembre-se que isso pode gerar conseqüências mais fortes.

=]

Feliz aniversário pra mim.

Post “dedicado” à Layla.