domingo, 24 de fevereiro de 2008

The Oscar goes to.

Cara, na boa, qual o problema com a Globo? Domingo, dia em que todas as emissoras de tv enchem tua mente com todo tipo de imundice sórdida da raça humana, é mendigo sendo entrevistado, atores dançando num concurso, gente caindo com onomatopéias engraçadinhas, nordestino voltando pra casa, crianças sendo mais inteligentes do que adultos em perguntas idiotas e, é claro, muito sexo implícito. Dai que 1 vez ao ano temos a oportunidade de sermos convidados para a maior e mais importante festa do cinema e a possibilidade de assistir isso em tv aberta, e o que que a Globo faz? Corta as primeiras 3 ou 4 premiações para transmitir o BBB. Paaara, né? É um episódio impar um Oscar, é um programa cultural, cul-tu-ral, coisa que nosso país precisa com urgência! Mas nãaao, lá vem ela com aquele maldito Big fucking Brother, aquela chatice batida, daquele povo confinado em busca do pote de ouro e de seus 15 malditos minutos de fama. Querida Globo, se você não é capaz de exibir o evento na integra, por favor venda-o de volta para o SBT, lá, com aquela grade mutante e sem sentido que troca num piscar de olhos, pelo menos ele era exibido completo.

Mas dae que o Oscar acaba num estilo já-te-vi-ano-passado e começa O Silêncio dos inocentes e eu me lembro que, como forma de desculpas, eu imagino, a toda poderosa troca os chatíssimos filmes policiais da madrugada de domingo e resolve nos presentear sempre com um clássico após a premiação, enquanto a SBT colocaria o grande quebra-galhos Chaves [ e nunca um Chapolin, do qual sinto saudades! ].

terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

Hy hy hy.

Pois é, o tempo passa, o tempo voa, o tempo urge e a preguiça é um bicho que come pelas beiradas. Vou ver se escrevo com mais freqüência, ate mesmo pra exorcizar a cabeça dos demônios aqui chamados de pensamentos e compartilhar essas doces criaturas com alguns possíveis companheiros ociosos que possam cair por aqui.

Falando um pouco de amizade, que é um bicho traiçoeiro. Daqueles que você cria, da todo amor, oferece casa, comida [ he he ], compartilha momentos, divide opiniões, ajuda, ouve todas as lamurias, da conselhos, empresta dinheiro, carrega quando está bêbado, enfia ate o dedo [ he he ] na garganta e quando você menos espera ele, esse mesmo que você cultivou com tanto amor, como um gatinho, crava as unhas bem nas suas costas, sim, eles adoras fazer as coisas às suas costas [ precisa de mais he he? Como minha mente está suja hoje... ]. Dói. Mas passa. Passa depois que você grita, quebra uma ou duas coisas, xinga até a mãe., promete que nunca mais vai ver, fica um tempo sem e começa a sentir os efeitos da abstinência causada por aquele ser que insiste em ficar ao teu lado, mesmo com gritos e arranhões. Como perdoar e voltar a confiar em tal traiçoeira criatura que te apunhala pelas costas bem na altura do coração, mas também, como viver sem aquele apoio sentimental que é um amigo no qual podemos recostar nossos pesares e devanear em alguns segundos benéficos de pura paz. Como?

Eis a atual prerrogativa do teu pobre narrador, meus caros drugues.